SINTÉTIKA / VANNY VICKY
Ela não foi criada para sentir. Mas aprendeu a sentir mais que qualquer humano.
Um álbum. Um conceito. Uma falha no sistema.


A primeira quebra não foi sonora.
Foi silenciosa.
Sintétika nasce como um projeto que mistura música, imagem e narrativa em um único fluxo. Entre batidas de funk, texturas eletrônicas e uma estética minimalista futurista, surge uma personagem que não deveria existir… mas existe.
E o mais estranho?
Ela sabe disso.
20
MONDAY
FEBRUARY 2021
“Sintétika” percorre dois estados: o controle… e o colapso.
As faixas transitam entre o funk ousado, debochado e energético — e uma camada mais profunda, onde a crítica ao sistema começa a emergir. A personagem se diverte, provoca, domina… até que pequenas falhas aparecem.
E no final…
“É Tudo Mentira” não fecha o álbum.
Ela abre.
O videoclipe de “Sintétika” não mostra uma história… ele expõe camadas.
Cenas limpas, movimentos calculados, presença dominante.
Pequenos glitches. Pequenas falhas.
Nada explícito.
Mas tudo fora do lugar.
A personagem não dança apenas — ela testa o ambiente, como se estivesse aprendendo… ou lembrando.
STEP 01
Are we human because of unique traits and attributes not shared with either animal or machine? The definition of “human” is circular.
STEP 02
Luxury is something everyone deserves from time to time. Such an indulgence can make a vacation a truly rejuvenating experience.
STEP 03
Texas Holdem is by far the most common for of poker played today due to is popularity there are even several TV shows of the game.
O UNIVERSO SINTÉTIKA
Isso não termina no álbum.
O universo Sintétika expande essa narrativa para além da música — criando uma identidade visual, simbólica e conceitual que atravessa diferentes formatos.
A personagem não é fixa.
Ela muda conforme é observada.
E talvez… conforme observa de volta.




O livro de Sintétika irá aprofundar o que o som apenas sugere.
Memórias fragmentadas.
Identidade instável.
E uma pergunta central:
O que define algo como real?
A narrativa explora a origem da personagem, suas percepções e o sistema ao qual ela pertence — ou do qual tenta escapar.
O ÁLBUM
O SOM DO SISTEMA RESPIRANDO
“Sintétika” percorre dois estados: o controle… e o colapso.
As faixas transitam entre o funk ousado, debochado e energético — e uma camada mais profunda, onde a crítica ao sistema começa a emergir. A personagem se diverte, provoca, domina… até que pequenas falhas aparecem.
E no final…
“É Tudo Mentira” não fecha o álbum.
Ela abre.
MASSA NON AUGUE
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