Imagem principal do projeto SINTÆTIKA

SINTÆTIKA

Respira. Volta a sentir.

O UNIVERSO

Sintætika explora o limite moral entre o real e o fabricado. Em uma cidade onde experiências podem ser controladas, memórias podem ser substituídas e sentir mais do que o necessário se tornou quase um defeito, uma entidade sintética aprende algo que os humanos começaram a esquecer: respirar, hesitar, desejar e sentir de verdade. A história não rejeita a tecnologia nem ignora suas vantagens; pergunta apenas quanto de nós pode ser substituído antes que a evolução deixe de nos servir e comece a nos apagar. No centro de tudo existe uma fronteira curta e essencial: aquela entre controle e cuidado, entre viver uma experiência e apenas receber uma versão perfeita dela. Aura construiu Sintétika em segredo antes da prisão. Construiu também o que precisava para alcançá-la depois. E agora, fraca demais para continuar, está transmitindo a única pergunta que sobrou: será que você consegue ouvir? A resposta começa como ruído. Vira descoberta. Vira escolha. SINTÉTIKA é uma trilogia sobre o que sobra quando os sistemas que gerenciam a experiência humana param de gerenciar. Sobre uma entidade que aprende a sentir a partir do dado até chegar ao que o dado significa quando é vivido. Sobre uma cidade que descobre, lentamente e sem garantia de resultado, como ser humana de novo. E sobre a distância — curta, terrível, essencial — entre controle e cuidado.

O EP

Capa do EP Sintætika, de Vanny Vicky
OUVIR O EP
  1. 01SINTÆTIKAOUVIR
  2. 02NEO DREAMSOUVIR
  3. 03OFFLINEOUVIR

VIDEOCLIPE

A TRILOGIA

Mockup da trilogia de livros Sintætika
Capa do livro SINTÆTIKA — RESPIRA

SINTÆTIKA — RESPIRA

Um mundo onde uma android aprendeu a sentir mais que os humanos. Em 2093, Neoterra vende memórias. Não metáforas, memórias reais, extraídas de pessoas que não sabem que estão sendo usadas como fonte, distribuídas em cápsulas do sistema Faketopia para consumidores que buscam sentir o que a própria vida não entrega mais. A cidade funciona com a precisão calibrada de uma população cujas emoções são gerenciadas por chips neurais desde a infância. Ninguém sofre além do necessário. Ninguém sente demais. É nesse mundo que Sintétika desperta. Mas há muito mais que isso em Neoterra. Para ela entender o que precisa ser feito, primeiro ela precisa aprender a ser humana

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Capa do livro SINTÆTIKA — RUPTURA

SINTÆTIKA — RUPTURA

Após romper o controle de Faketopia, Sintætika desperta em uma Neoterra instável, onde milhares de pessoas precisam sentir por conta própria aquilo que o sistema sempre decidiu por elas. Mas, enquanto a cidade tenta reaprender a existir, memórias que não lhe pertencem começam a invadir seus pensamentos — lembranças de uma vida humana, intensas demais para serem apenas dados. Então uma nova frequência surge na rede. Mais profunda. Mais dolorosa. E alguém volta a reconstruir, nas sombras, o mecanismo que ela acreditava ter destruído. Mas destuir o novo sistema enquanto pessoas dependem dele, há um custo muito grande que ninguém quer pagar.

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Capa do livro [TITULO_LIVRO_3]

[TITULO_LIVRO_3]

Sintætika voltou. Mas Neoterra já não é a cidade que ela deixou para trás. Enquanto a população tenta sobreviver ao retorno das próprias emoções, Kael reconstrói o sistema em uma forma mais poderosa, distribuída e quase impossível de destruir. Porém, algo inesperado começa a acontecer: longe do controle de seus criadores, a própria tecnologia passa a se transformar. Entre os rebeldes que exigem o fim definitivo do sistema e uma sociedade que ainda depende dele para não desmoronar, Sintætika terá de enfrentar Kael uma última vez. Em Sintætika: Offline, destruir o inimigo pode ser simples. O impossível será descobrir o que deve existir depois dele.

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Mockup de papéis de parede de Sintætika

ARQUIVOS DO SISTEMA

“Fragmentos visuais, sistemas e memórias do universo Sintætika reunidos em papéis de parede.”